|
|
|
|
| O
Escotismo está organizado em Ramos, que
se distinguem por programas e atividades diferentes,
dentro da mesma metodologia escoteira: |
|
Ramo
Lobinho
Especialmente concebido para atender às
necessidades de desenvolvimento das crianças
de ambos os sexos na faixa etária compreendida
entre 7 e 10 anos, o programa educativo aplicado
ao Ramo Lobinho concentra a sua ênfase
no processo de socialização da
criança, preparando-a para que, ao atingir
a idade e as condições necessárias,
prossiga a sua formação no
ramo escoteiro.
O
Lobismo é inspirado no "Livro da
Jangal", de Rudyard Kipling, resumido em
"Mowgli, o menino-lobo".
A seção do grupo escoteiro que
congrega os lobinhos é denominada alcatéia
(de Lobinhos, Lobinhas ou Mista).
|
O
chefe é chamado de Akelá pelas
crianças e seus assistentes são
chamados Baloo, Baguera, Kaa, Chill ou outros
nomes constantes do "Livro da Jângal".
A escolha dos nomes dos assistentes é
feita em geral pelas crianças.
A Alcatéia é dividida em unidades
denominadas Matilhas, cada uma com 4 a 6 crianças,
as quais constituem as equipes de trabalho e
de jogos, sem atingir contudo, o grau de estratificação
e de desenvolvimento recomendado para o sistema
de patrulhas, adotado nos ramos Escoteiro e
Sênior.
Uma Alcatéia completa deve contar com
4 Matilhas. O lobo é o animal símbolo
de todas as Matilhas, que se distinguem numa
mesma Alcatéia pelas cores próprias
dos lobos. A Matilha é liderada por um
Lobinho ou Lobinha denominado Primo, auxiliado
por outro denominado Segundo.
Os Primos e Segundos são designados pelo
Akelá, mas cada Primo deve ser consultado
antes da designação do seu Segundo.
Antes de completar 11 anos, o Lobinho deve deixar
a Alcatéia e ser transferido para a Tropa
do Ramo Escoteiro, em uma adequada cerimônia
de passagem. Se o Grupo não possui essa
espécie de seção, a criança
deve ser encaminhada a outro Grupo que a possua. |
|
Ramo
Escoteiro
O programa educativo aplicado ao ramo escoteiro
atende às necessidades de jovens de ambos
os sexos na faixa etária compreendida
entre 11 e 14 anos, e concentra sua ênfase
no processo de criação e ampliação
da autonomia. O programa é fundamentado
na vida em equipe e no encontro com a natureza,
sem se descuidar de outros aspectos relacionados
com o
desenvolvimento integral da personalidade.
A tropa é dividida em no máximo
4 patrulhas, que são equipes de 5 a 8
jovens, constituindo uma unidade básica
permanente, autônoma e auto-suficiente
para excursões, acampamentos, trabalhos,
jogos, boas ações, atividades
comunitárias e demais atividades escoteiras.
|
Cada
patrulha tem como designativo um animal, uma
estrela ou uma constelação. A
patrulha tem o nome deste totem, e todos os
seus membros devem conhecer detalhadamente suas
principais características.
Os fatos marcantes da vida da patrulha devem
ser indicados no bastão da bandeirola
da patrulha.
A patrulha é dirigida por um dos seus
integrantes, nomeado pelo chefe de seção
para ser monitor, após consultar a opinião
da patrulha e da Corte de Honra.
O monitor é um jovem que está
desenvolvendo a sua capacidade de liderança.
Como tal, é responsável pela administração,
disciplina, treinamento, atividades e boa apresentação
de sua patrulha.
O submonitor é um jovem selecionado pelo
monitor com a aprovação do chefe
de seção e da Corte de Honra para
auxiliá-lo em todos os seus deveres e
substituí-lo quando ausente. O submonitor
é nomeado pelo chefe da seção. |
|
Ramo
Sênior
O programa educativo aplicado ao ramo sênior
atende às necessidades de jovens de ambos
os sexos na faixa etária compreendida
entre 15 e 17 anos, e concentra sua ênfase
no processo de autoconhecimento, aceitação
e aprimoramento das características pessoais
e auxiliando o jovem em seu desenvolvimento
físico, intelectual, espiritual e social.
A tropa de seniores (rapazes) e guias (moças)
é dividida em no máximo 4 patrulhas
de 4 a 6 jovens, constituindo uma unidade básica
permanente, autônoma e auto-suficiente
para excursões, acampamentos, trabalhos,
jogos, boas ações, atividades
comunitárias e demais atividades escoteiras.
|
Cada
patrulha de seniores ou de guias adota um nome
característico, que pode ser o de acidente
geográfico bem conhecido pela patrulha
ou de uma tribo indígena nacional. É
facultado às patrulhas que até
30 de abril de 1990 tenham adotado nome de um
grande vulto ou personalidade histórica
nacional, conservar o nome adotado.
Nos trabalhos e atividades que, por sua natureza,
exijam interesses, habilidades ou conhecimentos
especializados, as patrulhas poderão
ceder lugar a equipes de trabalho, integradas
por membros de diferentes patrulhas, cabendo
a coordenação de cada equipe ao
seu integrante melhor qualificado.
As demais características desse ramo
são semelhantes ao ramo escoteiro. |
|
Ramo
Pioneiro
O pionerismo é uma fratenidade de ar
livre e de serviço ao próximo
para jovens adultos de ambos os sexos entre
18 e 21 anos incompletos.
O programa educativo aplicado ao ramo pioneiro
concentra a sua ênfase no processo de
integração do jovem ao mundo,
previlegiando sobretudo o serviço à
comunidade como expressão da cidadania,
e auxiliando o jovem a por em prática
os valores da Promessa e Lei Escoteira.
O
lema pioneiro é servir.
A seção do grupo escoteiro que
congrega os integrantes do ramo pioneiro é
chamado de clã, que poderá ser
integrado por rapazes, por moças ou por
jovens de ambos os sexos.
|
O
clã é orientado por um mestre
pioneiro e/ou uma mestre pioneira que podem
ter um ou mais assistentes. O clã misto
terá
preferencialmente uma chefia mista. A Comissão
Administrativa do Clã ou o Conselho do
Clã é a autoridade para tratar
de todos os assuntos internos de administração,
finanças, disciplina e programação.
O Mestre Pioneiro detém o poder de veto,
que deverá exercitar em casos excepcionais
de forma a balizar as atividades dentro dos
princípios do Escotismo.
|
|
|
|
| |
|